Manual de marca

UX de fintech madura, linguagem de protocolo aberto.

AirPay deve parecer simples, confiável e rápido como um app financeiro moderno, mas comunicar sempre que é uma wallet self-custody e um protocolo de promessas offline com clearing posterior.

Princípios

Familiar como fintech

Use cards claros, ações rápidas, status legíveis, feed de atividade e hierarquia visual forte para reduzir fricção.

Defensável como protocolo

A interface deve explicar promessas assinadas, capacidade de reserva e clearing posterior, sem sugerir conta financeira.

Aberto como ecossistema

A marca deve convidar builders, operadores locais, devs Solana e comunidades a reproduzir, auditar e estender o protocolo.

Sistema visual

Superfícies claras, acento forte e sinais explícitos de risco.

A UI pode usar códigos familiares de apps financeiros: cards brancos, CTA forte, área de resumo e estados visíveis. O significado, porém, fica preso ao protocolo.

Protocol green

#0E6F3B

ação primária, estado pronto, marca

Continuity lime

#B8F35A

energia, destaque, CTA

Audit cyan

#0E9FA5

sync, claim, trilha técnica

Reserve amber

#B77905

capacidade, cautela, reserva

Risk coral

#D94A3A

bloqueio, quarentena, risco

Shell white

#F8FAF5

fundo limpo, área de leitura

Use

wallet self-custodyperfil localcapacidade de reservapromessa offlineclearing posteriorassinatura do usuáriotrilha de auditoriaecossistema aberto

Evite

bancoconta bancáriadepósitosaquesaldo garantidodinheiro offlineresgate garantidomainnet live
Regras de UX

Faça parecer fácil. Não faça parecer banco.

A camada visual pode reduzir ansiedade com padrões conhecidos; a camada semântica deve manter cada ação no domínio de wallet, assinatura, promessa, reserva e sync.

Mostre SOL confirmado como ativo on-chain, não como saldo bancário.

Mostre OffAir como capacidade de promessa, não como dinheiro disponível.

Use ações como adicionar capacidade, liberar capacidade e criar compromisso.

Use timeline e feed para recibos, claims e sync em vez de extrato bancário.

Mostre risco e readiness antes da ação, não apenas depois do erro.

Mantenha linguagem de comunidade: protocolo, operadores, builders, dispositivos e peers.

Comunidade e ecossistema

A marca deve convidar contribuição, não apenas conversão.

Builder-ready

Documentação, demos e código público devem permitir que outra pessoa rode o MVP e entenda o lifecycle de promessa.

Operadores locais

A comunicação deve falar com quem precisa operar em eventos, campo, feiras, campus e conectividade instável.

Contribuidores de protocolo

A marca deve deixar claro onde contribuir: wallet, transporte local, trust policy, journals e contratos Solana.